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BOLETIM DO FINDE – nº 02

Publicado em julho, 2020.

Vai passar. Essa é a frase a que há meses nos agarramos para enfrentar esse momento tão difícil de afastamento social. Na esfera econômica, o quadro não é menos desolador. O Brasil e o mundo passam por uma crise econômica poucas vezes vista e os prognósticos indicam que, na economia, o “vai passar” está ainda mais longe. É com o desafio de pensar o momento pós-pandemia que o Grupo de Pesquisa em Financeirização e Desenvolvimento (Finde) vem dar sua contribuição ao debate com o lançamento de seu segundo boletim. Essa publicação busca trazer indicadores que nos permitam compreender a excepcionalidade e a gravidade do atual momento e apontar saídas para que a recuperação seja a mais rápida possível. Os textos elaborados pelos membros do Finde apontam caminhos em temas como emprego, uso de bancos públicos, teto de gastos, reforma tributária e financiamento de gastos públicos. Contamos também com dois colaboradores externos, que tratam do cuidado, tema caro à população idosa, que está entre os grupos mais vulneráveis no atual contexto.

1º Simpósio sobre Financeirização
[ADIADO]

Os grupos de pesquisa de Financeirização e Desenvolvimento – FINDE/UFF, Financeirização e Políticas Sociais – FINSOC/UFRJ e Economia e Política – GEEP/IESP/UERJ,

Convidam pesquisador@s interessad@s a participarem do 1º Simpósio sobre Financeirização.

Nota de Conjuntura

(Pandemia)

Covid19: Respostas do governo aprofundam a recessão e levam ao caos social

24/03/2020

Desde a decretação do estado de calamidade pública em 20 de março, as medidas públicas anunciadas para enfrentar os efeitos sociais e econômicos da pandemia Covid19 têm sido de pequeno alcance para dar conta da tragédia social que se avizinha. Pior, o governo federal não transmite a necessária segurança para a manutenção de condições mínimas de vida para a população. Estamos caminhando para o caos social.
A atual equipe econômica não tem utilizado adequadamente as ferramentas de política de que dispõe para lidar com a grave crise provocada pela pandemia do Covid-19. O neoliberalismo econômico, ideologia dominante, tem se demonstrado sucessivamente como uma referência teórica mal equipada para enfrentar situações de crise, assim como não desenvolve instrumentos de intervenção econômica para mitigar as incertezas do mundo dos negócios, em particular das micro, pequenas e médias empresas. A atual crise atinge a economia brasileira em momento de grande fraqueza, após quatro anos de baixo crescimento. Porém, mais grave, encontra suas instituições de política econômica enfraquecidas por força das reformas introduzidas desde 2015, e, mais recentemente, pelas narrativas desencontradas da equipe do governo.

(…)

Seminário com Milford Bateman

SEXTA-FEIRA (14/02) e SEGUNDA-FEIRA (17/02)

[14/02] “Accounting for the economic rise of China: the crucial role of the local developmental state”

China’s economic success is the most important economic event of the last 50 years and explaining it is important for other countries, including the BRICS, that are hoping to emulate even just a part of its success. Less well-known is the central role of sub-national institutions in crafting China’s economic miracle; first in the 1980s with the creation of the Township and Village Enterprise (TVE) movement, and then in the 1990s with the successful attempts by city governments to start large state-owned industrial-technology enterprises, such as white goods, motor vehicles and IT, based on modern manufacturing techniques and state-of-the-art technologies.

[17/02] “Financial inclusion as an aspect of local development: examining the evidence to date

Covering all aspects of microcredit, microfinance and fintech as aspects of the financial inclusion movement. The downsides to local neoliberal ‘financialisation’ will be registered, but also the upsides to specific forms of financial inclusion, such as membership of financial cooperatives and cooperative banks. The emerging role of fintech will be given particular attention given the level of publicity buzz generated by the accelerating number of fintech investments made in Latin America, and in Brazil, in recent years. Development banking at the local level will also be covered as an ideal example where financial inclusion can be made to work in an equitable and sustainable fashion.

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