BLOG DO FINDE:

BOLETIM DO FINDE – nº 4

Edição de jan/abr de 2021, v. 2, n. 1.
“Não aprendemos nada.
Em um país em que a ciência e a educação (e a própria democracia) vêm sofrendo ataques, não surpreende que tenhamos chegado a março de 2021, uma nao após o início da pandemia da Covid-19, com um quadro sanitário e econômico ainda piorque o do ano passado. Enquanto a recuperação econômica e o combate à pandemia só existem na propaganda oficial, a falsa escolha entre saúde e economia gerou mais recessão e desemprego, aumento da desigualdade e centena de milhares de mortes que poderia ter sido evitadas caso medida econômicas e sanitárias adequadas tivessem sido implementadas.
Se não somos capazes de aprender com as oportunidades que a crise da Covid-19 nos abre, ficamos refens de dogmas ultrapassdos que levam a repetição de velhos erros que, em um contexto tão adverso, trazem um custo humanit´´ario e econômico que ameaçam o próprio tecido social. Em termos de negacionismo, a política econômica ultraliberal desconstruíndo o estado não ficou muito atrás de outras áreas  do atual governo.
O quarto Boletem do Grupo de Pesquisa em Financeirização e Desenvolvimento (Finde) -‘Nem saúde, nem economia e ainda sem luz no horizonte’ – busca apontar alguns destes erros e dogmas…”

BOLETIM DO FINDE – nº 3

Edição de set/dez de 2020, v. 1, n. 3.
“Nunca desperdice uma boa crise!”
A pandemia evidenciou antigos problemas do atual modo de produção – os problemas causados pela profunda desigualdade regional, social e produtiva, a rápida devastação ambiental, a destruição das redes de seguridade social, a globalização desenfreada, desregulamentação, a desindustrialização precoce dos países subdesenvolvidos, entre tantos outros.
Nesse contexto trazemos para discussão o terceiro Boletim Finde 3 – “Financeirização e Desenvolvimento – Novos temas, velhos problemas”. O boletim apresenta artigos que abordam o papel do Estado no enfrentamento das crises, a necessidade de políticas de transição para economia verde, o papel do sistema financeiro, moedas digitas, financeirização subordinada, produtividade, crise democrática, políticas fiscal, monetária e contracíclica, entre outros temas. Como trabalho convidado, temos uma análise sobre o recente plebiscito no Chile, uma sinalização do fracasso do modelo neoliberal na América Latina. Nossa ideia é, diante de novos fatos que evidenciam tantos velhos problemas, discutir alternativas e novas dinâmicas para o mundo PósCovid 19. Boa leitura!

1º Simpósio sobre Financeirização
[ADIADO]

Os grupos de pesquisa de Financeirização e Desenvolvimento – FINDE/UFF, Financeirização e Políticas Sociais – FINSOC/UFRJ e Economia e Política – GEEP/IESP/UERJ,

Convidam pesquisador@s interessad@s a participarem do 1º Simpósio sobre Financeirização.

Nota de Conjuntura

(Pandemia)

Covid19: Respostas do governo aprofundam a recessão e levam ao caos social

24/03/2020

Desde a decretação do estado de calamidade pública em 20 de março, as medidas públicas anunciadas para enfrentar os efeitos sociais e econômicos da pandemia Covid19 têm sido de pequeno alcance para dar conta da tragédia social que se avizinha. Pior, o governo federal não transmite a necessária segurança para a manutenção de condições mínimas de vida para a população. Estamos caminhando para o caos social.
A atual equipe econômica não tem utilizado adequadamente as ferramentas de política de que dispõe para lidar com a grave crise provocada pela pandemia do Covid-19. O neoliberalismo econômico, ideologia dominante, tem se demonstrado sucessivamente como uma referência teórica mal equipada para enfrentar situações de crise, assim como não desenvolve instrumentos de intervenção econômica para mitigar as incertezas do mundo dos negócios, em particular das micro, pequenas e médias empresas. A atual crise atinge a economia brasileira em momento de grande fraqueza, após quatro anos de baixo crescimento. Porém, mais grave, encontra suas instituições de política econômica enfraquecidas por força das reformas introduzidas desde 2015, e, mais recentemente, pelas narrativas desencontradas da equipe do governo.

(…)

Seminário com Milford Bateman

SEXTA-FEIRA (14/02) e SEGUNDA-FEIRA (17/02)

[14/02] “Accounting for the economic rise of China: the crucial role of the local developmental state”

China’s economic success is the most important economic event of the last 50 years and explaining it is important for other countries, including the BRICS, that are hoping to emulate even just a part of its success. Less well-known is the central role of sub-national institutions in crafting China’s economic miracle; first in the 1980s with the creation of the Township and Village Enterprise (TVE) movement, and then in the 1990s with the successful attempts by city governments to start large state-owned industrial-technology enterprises, such as white goods, motor vehicles and IT, based on modern manufacturing techniques and state-of-the-art technologies.

[17/02] “Financial inclusion as an aspect of local development: examining the evidence to date

Covering all aspects of microcredit, microfinance and fintech as aspects of the financial inclusion movement. The downsides to local neoliberal ‘financialisation’ will be registered, but also the upsides to specific forms of financial inclusion, such as membership of financial cooperatives and cooperative banks. The emerging role of fintech will be given particular attention given the level of publicity buzz generated by the accelerating number of fintech investments made in Latin America, and in Brazil, in recent years. Development banking at the local level will also be covered as an ideal example where financial inclusion can be made to work in an equitable and sustainable fashion.

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Encontros on-line:

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